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AS QUATRO ESTAÇÕES DO CASAMENTO - VERÃO (RESUMO)

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Diversão também é o tema de um casamento no verão. A vida é bela. Estamos colhendo os benefícios de nossos duros esforços para entendermos um ao outro e trabalharmos juntos como uma equipe para ver os sonhos da primavera realizados. A expectativa da primavera transformou-se na realidade do verão. O entusiasmo inicial talvez tenha esmorecido, todavia aumentou a sensação de que estamos conectados um no outro. Temos menos mal-entendidos, e quando os temos, as soluções aparecem mais rapidamente. Podemos ou não ter atingido nossas metas financeiras. Podemos ou não ter filhos. Podemos ter uma boa saúde ou não. Nossas férias podem ser satisfatórias ou frustrantes. Mas, se nosso casamento estiver na estação do verão, compartilharemos um profundo senso de compromisso e satisfação. E nos sentimos seguros no amor de um pelo outro. Então quais são as emoções, atitudes e ações que estimulam e sustentam a estação do verão em um casamento? As emoções do verão O verão é caracterizado ...

José do Egito - o Senhor estava com ele

                          “...mas o Senhor estava com ele.” ( Gênesis 37:21) Leio a história de José do Egito desde criança, pois meditar na Palavra de Deus se tornou um hábito prazeroso. E hoje, esta narrativa falou mais uma vez ao meu coração. A saga de José tinha tudo para terminar em tragédia, exceto por um detalhe: “O Senhor estava com ele.” José o filho mais novo, era o queridinho   de seu pai Jacó. O jovem José tinha um relacionamento conflituoso com os seus irmãos ao ponto, de por ciúmes e ódio, o venderem como escravo e mentirem para o pai dizendo que ele havia sido estraçalhado por uma fera. Distante da família e vivendo em terra estrangeira, José, enfrentou muitas provações, de assedio   sexual a ingratidão por parte do copeiro que o esqueceu na cela. Quando tudo parecia perdido, e o ser confinado   a prisão, se tornava u...

Deus que me ama

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" Mas eu cantarei louvores à tua força, de manhã louvarei a tua fidelidade; pois tu és o meu alto refúgio, abrigo seguro nos tempos difíceis. Ó minha força, canto louvores a ti; tu és, ó Deus, o meu alto refúgio, o Deus que me ama." (Salmos 5916-17) Deus que me ama! Estar seguro do amor de Deus faz toda a diferença nos dias maus. Saber que encontraremos nele refúgio, segurança, abrigo nos ajuda a não temer as adversidades, mas caminhar por elas convictos de que Deus caminha conosco, de que Ele nos ama. O Deus que me ama é aquele que “...embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!"  Filipenses 2:6-8 O Deus que me ama morreu na cruz por mim. Que grande prova de amor! Então, por que não louvá-lo?  Que o canto de louvor es...

Jesus, amor altruísta

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  “Assim, levantou-se da mesa, tirou sua capa e colocou uma toalha em volta da cintura. Depois disso, derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha que estava em sua cintura” (João 13:4-5). Esse texto é uma fonte inesgotável   de lições, cada vez que leio aprendo mais. Muitas vezes fico presa na cena, imaginando o Rei dos reis, se abaixando e lavando os pés poeirentos   e calejados dos discípulos e eles boquiabertos, com cara de espanto, pois essa função cabia a um escravo, um serviçal e não a um mestre. Ao lavar os pés dos discípulos Jesus estava passando uma mensagem: o amor altruísta Amor que acolhe e cuida incondicionalmente. Assim deve ser a igreja, um lugar de refúgio onde a certeza de sermos amados nos faz correr para ela sem medo de sermos julgados ou apedrejados. A confiança de que independente da classe social, raça, nível de escolaridade, seremos aceitos e cuidados. É gente cuidando de gente, ...

Perpétua, amor sem reservas

"Uma das melhores narrativas que temos da época do martírio dos cristãos é a que saiu da pena de Perpétua, uma jovem de Cartago ( que ficava onde é hoje a Tunísia, no Norte da África). Ela registrou a história de sua conversão e prisão até a morte, em março de 205 AD. Tinha apenas 25 anos e era mãe de um garotinho. Seu pai lhe pediu, várias vezes que renunciasse ao cristianismo, pelo bem de seu filho e família.  Perpétua registrou seu último encontro com o pai, na ocasião em que estava perante o governador Hilariano. 'Quando interrogados, todos os outros admitiram sua culpa. Então, quando chegou a minha vez, meu pai apareceu com o meu filho, me arrastou pelo degrau e disse:                   Negue a sua fé - tenha pena de seu bebê!                   Não negarei, repliquei.     ...