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Mostrando postagens com o rótulo Missões

Não importa quem vai colher, o importante é semear

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“Como são belos nos montes os pés daqueles que anunciam boas novas, que proclamam a paz, que trazem boas notícias, que proclamam salvação, que dizem em Sião: O seu Deus reina!” (Isaías 52:7).           Desde criança ouvia histórias e testemunhos de missionários que se aventuravam em terras estrangeiras para proclamar as boas novas do Evangelho. Anos depois, no seminário, comecei a acumular as minhas próprias histórias, experiências dos evangelismos nas tardes de domingo no Seminário Betânia em Coronel Fabriciano; do ano prático na Jocum de Belo Horizonte; do impacto evangelístico no Paraguai. Lembro-me que sempre que voltávamos de um evangelismo havia a famosa pergunta: “Quantas pessoas aceitaram a Jesus?” Ficávamos frustrados quando o resultado era nenhuma, nenhuma pessoa havia aceitado o Salvador. Contudo, não era sempre assim, muitas vezes o resultado era uma bela colheita de vidas rendidas ao Senhor.     ...

Fazer missões, um estilo de vida

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          Quando falamos em “missões” a nossa mente viaja para lugares onde os cristãos são perseguidos, para tribos embrenhadas em densas florestas, para viagens distantes de casa, sacrifícios, renúncias, privações, Ufa! Logo colocamos missões de lado como se fosse algo só possível para um grupo seleto de pessoas escolhidas e vocacionadas por Deus para uma missão especial.          De fato, muitos são vocacionados e chamados para cruzar fronteiras e penetrar em um mundo desconhecido a fim de plantar a semente da salvação. Nesse momento há muitos missionários em várias partes do mundo obedecendo  ao “ide” de Jesus.    “Portanto vão e façam discípulos de todas as nações [...]” Mateus.28:19; “ Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo.” João 17:18. Todavia, o mais extraordinário de acordo com estes versículos, é que o chamado não é restrito a um grupo seleto, a um...

Igreja fundamentada na Palavra

          Ouço sempre o meu esposo (Pr. Célio Júnior)  falar que “a igreja que não cresce está fadada a morrer”. Porém, dá cansaço só de observar o malabarismo que alguns pastores e líderes têm que fazer para ter sempre a igreja cheia. São tantas as atividades e entretenimentos  que não sobra espaço para o culto a Deus. Meu esposo que é um pastor sério, diz: “ Este tipo de crescimento eu estou fora, não dá para mim”.           Venho de uma época em que o que nos atraia à igreja era a palavra pregada. A igreja vivia cheia principalmente na Escola Dominical. As pessoas tinham fome de Deus, ansiavam em conhecer e experimentar esse Deus redentor. E não estou falando apenas do público adulto, mas de jovens, adolescentes e crianças sedentas por Jesus. E por isso, víamos muitos   decidindo  por missões na pré-adolescência, como foi  no meu caso e de muitos outros que...