29 de dezembro de 2011

Servindo ao Senhor com alegria

          Uma nova página se inicia em nossas vidas. Nova igreja, novos sonhos, nova caminhada, mas o mesmo e velho amigo Jesus Cristo que nos chamou e comissionou.

Dirigindo o culto da família ao lado do Pr. Célio Júnior

Abençoado grupo de louvor

Pr. Célio ministrando no culto da família

Apresentação das crianças

Mais crianças louvando

Interprete para os surdos


Pr. Célio Júnior conduzindo o culto

Minha oração é para que o Senhor que nos chamou continue a nos capacitar e a sonhar com vidas transformadas, comprometidas como reino de Deus. Que  vivamos para a glória daquele que deixou toda a glória para que tivéssemos acesso ao Pai.
A Ele toda a glória, toda honra, todo louvor e toda adoração.


28 de dezembro de 2011

Passamos a ver o diferente como ameaça



          Me inquieta e fico sem resposta, com o fato de nós, “evangélicos,” falarmos tanto em amor, mas tratarmos irmãos de outras denominações como se estivessem com uma doença contagiosa. Deles queremos distância. Por que no meio evangélico para andar junto tem que pensar igual? Onde fica a tolerância, o respeito, a misericórdia, o amar o outro como ele é? Para onde foi o amor ao próximo tão pregado em nossas igrejas, mas tão pouco praticado até mesmo por quem prega? O perigo é que nos fechamos em nossa caixa eclesiástica, nosso mundinho denominacional e passamos a ver o diferente como ameaça.

Quem ama a Deus, ama ao próximo



Não existe  amar a Deus e não amar ao próximo; não tem coerência louvar a Deus e amaldiçoar o próximo; é dissonante ofertar na igreja e ser indiferente com o que passa fome. Amar a Deus e ao próximo, andam de mãos dadas, sempre.

20 de dezembro de 2011

Incoerências no Natal



Há mais de dois mil anos nascia Jesus numa estrebaria, sem luxo nem pompa, viveu para servir. Dois mil anos depois o natal é a festa que mais lucro dá aos comerciantes e em algumas igrejas se transformou num mega evento para atrair multidões. Passada a festa o que sobra são as dívidas, as  ações não passaram do ato de dar e receber presentes entre amigos.
Quanta incoerência...

http://youtu.be/L6khDVwu5wk

Não apenas no Natal

         
          Com a proximidade do natal, cresce o apelo para que as pessoas sejam solidarias, que olhem para os menos favorecido, que estendam a mão em direção ao próximo. Mas passando o natal, logo se esquecem dos excluídos.
          Eu estive presente quase todos os dias numa comunidade carente da cidade de Sobral, desenvolvendo um trabalho social junto a crianças e adolescentes oriundas do trabalho infantil. Poder contribuir, mesmo que pouco, na melhoria da qualidade de vida daquelas famílias foi algo que me fez muito bem. Ver a gratidão de uma mãe apenas porque eu ouvi o seu lamento, contemplar o sorriso no rosto de uma criança diante de um prato de comida decente, observar um adolescente ler e reler a cartinha da madrinha afetiva, isso não tem preço. Celebramos o nascimento de Cristo quando estendemos a mão para o aflito e fazemos a sua caminhada mais leve. Sonho, e meu sonho beira a utopia, que é ver todas as igrejas cristãs envolvidas no social, levando não apenas o pão espiritual, mas o pão material, levando dignidade para os esquecidos pela sociedade, mas lembrados e amados por Jesus cristo.
           Oro para que homens e mulheres dentro das igrejas se levantem e coloquem o Evangelho em ação, que sejam sal e luz, que exalem o bom perfume de Cristo nas periferias do Brasil, que façam o bem não apenas no natal, mas todos os dias do ano.
          Oro para que as palavras do apóstolo João seja algo natural no nosso viver cotidiano: “ Filhinhos não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade”.

12 de dezembro de 2011

Admirável senhorinha

          Tem uma senhorinha na igreja em que meu sogro é pastor que tem feito um bem enorme ao meu coração. Irmã Maria tem  um metro e meio, oitenta e cinco anos mais ou menos, cabelo preso num coque e muita simpatia. Sempre que me vê, seja na chegada ou na  saída do culto  me cumprimenta beijando a minha mão , depois eu me abaixo e ela beija a minha cabeça  e diz: “você é linda!” 
         A primeira vez que vi essa irmãzinha foi numa manhã quando estava esperando o meu esposo e sogro para ir embora. A igreja estava aberta e o zelador estava limpando  para o culto da noite, então entrei e sentei para esperar. Ai,  vejo uma senhorinha pequena, entrando e arrumando as cadeira do templo. Fiquei intrigada que na sua idade estava ali arrastando cadeira tirando poeira e cuidando do jardim. Perguntei a minha sogra se ela ganhava alguma coisa, ela disse que não, que a igreja tem um zelador, mas que a irmã Maria faz questão de todos os dias passar pela igreja, para cuidar do jardim e fica um tempinho por ali procurando ser útil, que ela é uma diaconisa na igreja que tem prazer em servir, e ai de quem lhe proibir de ajudar, ela fica brava.
          Durante o culto ela senta  na minha frente e não tem como não observar o quanto é prestativa. Quando vê uma criança do lado de fora pega pela mão e leva para a salinha, ou para tomar uma água, ou ao banheiro. Engraçado foi uma cena que presenciei no domingo. Algumas  crianças perceberam a presença de um coelhinho na entrada lateral  da igreja, elas ficaram  num alvoroço só, e foram para fora conhecer o visitante. No começo tudo era festa, passaram a mão no pelo bichinho, correram atrás, mas de repente um garotinho começou a jogar pedra. Irmã Maria senta num lugar estratégico, perto da porta lateral, assim que percebeu o movimento do lado de fora, saiu  ralhou com as crianças e se pôs a querer pegar o tal do coelhinho. Quando ela conseguia chegar perto  e estendia suas mãos para pegar, o bichinho corria , num certo momento ela cansou, percebeu que com os seus oitenta e cinco anos  não podia competir com um jovem coelhinho, desistiu e voltou para participar do culto.
          Todos a amam e sabem como é gostoso receber um beijo, um agrado, dessa adorável senhorinha.


Me enoja ...


            Há um tipo  dentro das igrejas “evangélicas” que me enoja. São os mais arrumadinhos no domingo, os que têm o melhor poder aquisitivo. Geralmente gostam de aparecer, de  ter cargos, de serem mencionados de púlpito e serem convidados para os eventos dos irmãos. Mas o que mais me enoja mesmo, é que se vestem de piedade, quando na verdade são gananciosos, egoístas, elitizados, e hipócritas. Só se aproximam de quem tem status, suas redes de relacionamento são os mais abastados da igreja. Interessante que eles até dizimam, claro que não os dez por cento, dão uma oferta mensal bem abaixo do que realmente ganham e com isso se sentem donos da igreja. É visível como eles bajulam os que chegam  aparentando ter dinheiro e nem enxergam os menos favorecidos. Quando um desses abastados ou elitizados sai da igreja, eles ficam inconformados, afinal perderam alguém de destaque na sociedade para outra denominação, mas quando quem sai é a família que recebia cesta básica  , eles nem notam. Tenho nojo de gente assim, Jesus também tinha. Suas palavras mais duras não foram para os declarados pecadores, mas para os religiosos que viviam nos templos, que faziam longas orações com o intuito de serem vistos, elogiados.  Jesus chamou os fariseus, grupo religioso da época, de sepulcro caiado, ou seja, por fora são bonitinhos, parecem santos, parecem ovelhas, mas por dentro são podres, lobos em vestes de cordeiros. Essas pessoas tem feito um desserviço à igreja, pois manipulam, tiram e colocam quem eles querem. São covardes, não falam do que desagrada na frente, mas pelas costas, assim vão minando o trabalho para que prevaleça apenas o que julgam certo.
          Pena que o joio se parece muito com o trigo e muitos pastores só percebem os fariseus tarde, quando o estrago está feito. È preciso buscar de Deus discernimento para  banir essas raças de víboras que tanto enfeiam o evangelho da humildade, do partilhar, da sinceridade, da renúncia, da misericórdia do amor ao próximo, pregado muitas vezes pelo Nazareno, que sendo rico, andou entre os pobres e enfermos afim de resgatá-los para o Pai.
          Jesus tanto andou com os ricos e intelectuais como andou com os pobres, enfermos e rejeitados. Não tinha nojo de tocar num mendigo, nem de ser visto ao lado de uma prostituta, nem de comer na casa de um ladrão, mas Jesus tinha vergonha dos que se diziam filhos de Deus e eram simulados, que pregavam o que não viviam. Deveríamos também como Jesus, ter a coragem de dizer que os tais são sepulcros caiados, que enfeiam a igreja, a torna elitizada e afastam os excluídos de se aproximarem de Jesus. A igreja deve ser lugar de refúgio para todos os pobres de espírito, como para  os pobres de bens materiais. A igreja deve ser o maior exemplo de inclusão, pois é o corpo de Cristo. Sempre  questionei a falta dos excluídos dentro  das igrejas. É que “os donos da igreja” os constrangem, por isso ficam de fora, como também deixam de fora muitos projetos que engrandecem o reino de Deus e líderes que fazem a diferença.
           A igreja pertence a Cristo, mas parece que até a  Cristo estão deixando de fora.

6 de dezembro de 2011

O nascimento de Jesus em cordel, muito bom


O Nascimento de Jesus, Um Cordel sobre o Natal. Textos: Euriano Sales Ilustrações: Meg Banhos Locução e Edição: Euriano Sales Trilha: Sa Grama
Muito bom esse achado no You tube. Vale a pena conferir e valorizar a cultura nordestina.

5 de dezembro de 2011

ADORAÇÃO, UM ESTILO DE VIDA

         

         
Estou relendo um livro de um autor que gosto muito, Fhilip Yancey. Em seu livro, Igreja: por quê me importar? escreve: “A Igreja existe, não para oferecer entretenimento, encorajar vulnerabilidade, melhorar auto-estima ou facilitar amizades, mas, adorar a Deus. Se falharmos nisso, a igreja fracassa. Aprendi que os pastores, a música, os sacramentos e os outros apetrechos do culto são meras dicas que sustentam o alvo principal de fazer com que os verdadeiros adoradores se encontrem com Deus”. Fhilip Yancey.
          Quando a igreja se tornar uma congregação de verdadeiros adoradores, não perfeitos, mas verdadeiros na intenção de glorificar a Deus, o mundo perceberá a presença de Cristo naquela que diz ser o seu corpo. O que muitas Igrejas estão promovendo não é adoração e sim entretenimento. A igreja se tornou uma prestadora de serviço, uma empresa especializada em fazer o seu cliente se sentir bem. Cultos planejados para emocionar, mensagens psicologizadas, açucaradas ao extremo, músicas altamente humanistas,  pastores estressados em preparar o próximo show para agradar, do contrário, perde a “ovelha” para o concorrente.
         Jesus deu uma versão bem diferente do que o Pai buscava na igreja: Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem", (João 4: 23).
           Deus procura pessoas que sejam honestas em sua presença, que não se travestem de santos no domingo, mas que se despem de toda arrogância e autossuficiência, para se prostrar em adoração diante daquele que deixou a sua glória, se vestiu de humanidade, e morreu na cruz do calvário para que todo aquele que cresse, fosse salvo.
          Adoração não é um momento no culto, mas um estilo de vida. Não acontece com hora marcada, mas o tempo todo, em qualquer lugar.


2 de dezembro de 2011

Parabéns para nós, amor

       
         
          Hoje é nosso aniversário de casamento, são 16 anos juntos. Ontem olhando algumas fotos do Seminário Betânia que a Beatriz postou no orkut, uma me chamou a atenção e fez a minha mente voltar uns dezenove anos. A foto era do prédio onde funcionava a secretaria do seminário. Eu trabalhava lá como secretária no contra fluxo das aulas e muitas vezes você aparecia entre um intervalo do trabalho ou dos estudos para pegar correspondência ou simplesmente para conversar, éramos grandes amigos. Mas um dia foi especial, você tinha viajado para participar de um seminário em Belo Horizonte e uma semana depois quando retornou, foi logo me ver. Assim que você entrou meu coração bateu mais forte e um sinal de alerta disparou – hummmmmmmmmm, estou gostando desse rapaz. E foi assim que começou, com uma grande amizade, que dura até hoje.
 São dezesseis anos dedicados ao Senhor. Já enfrentamos muitas dificuldades juntos, mas também já tivemos muitos momentos maravilhosos, um deles foi há treze anos com a chegada de outro presente, a nossa filha. Lembra que no começo eu sempre dizia que você era o meu melhor presente, continuo pensando assim, e quero quando estivermos bem velhinhos, comemorando bodas de ouro poder olhar nos teus olhos e dizer que você continua sendo o melhor presente de Deus para mim.

 ESCRITÓRIO DO SEB -  Minas Gerais -
ONDE TUDO COMEÇOU

É muito bom ter você como parceiro de ministério, mas melhor ainda é ter você como meu esposo e amigo.

Parabéns para nós, amor!
Te amo!
         
         

Li e gostei - MEMÓRIAS DE UM PASTOR ( Eugene Peterson)

"A igreja é composta de pessoas que, ao entrarem no templo, deixam para trás o rótulo ou a designação pela qual as pessoas da...