15 de junho de 2017

Li e gostei - MEMÓRIAS DE UM PASTOR ( Eugene Peterson)





"A igreja é composta de pessoas que, ao entrarem no templo, deixam para trás o rótulo ou a designação pela qual as pessoas da rua as conhecem. uma igreja não pode jamais ser reduzida a um lugar onde se transacionam bens e serviços. Jamais deve ser um lugar onde as pessoas são rotuladas. Não pode ser um local de fofoca. Antes de qualquer outra coisa, a igreja é um lugar onde as pessoas têm nome e são saudadas,  implícita ou explicitamente, no nome de Jesus. É lugar que dá dignidade às pessoas." Eugene Peterson

Ler mais este livro de Eugene Peterson foi como ler a vida de alguém conhecido, pois  acompanho a obra desse pastor há alguns anos. Os livros do Eugene  me inspiram, ensinam e motivam a caminhar nessa estrada do ministério com temor, reverencia, humildade, gratidão, paciência e alegria.
Nesta obra "Memórias de um pastor",  o pastor Eugene narra com detalhes como aceitou o chamado divino, e se tornou um pastor de almas decidido a levar a sua igreja a adoração.  
Memórias de um pastor é a biografia de um pastor de pastores e conceituado teólogo contemporâneo. vale a pena ler, principalmente quem está envolvido no ministério pastoral.
Este livro eu recomendo, é uma leitura muito  inspirativa.

Memórias de um Pastor/ Eugene Peterson- São Paulo: Mundo Cristão, 2011

4 de junho de 2017

NÃO JOGUE O SEU SONHO NO LIXO - QUEBRA - GELO PARA CÉLULA






Outro dia visitando uma célula (pequenos grupos que se reúnem semanalmente em casas para estudar a Palavra, ter comunhão com os irmãos, evangelizar e edificar vidas)  que meu esposo supervisiona, participei de uma dinâmica inteligente que nos leva a reflexão então, resolvi compartilhar.

Material: papel ofício e  caneta para todos os participantes, e um cesto.

Desenvolvimento:
  • Peça para os participantes sentarem em círculo;
  • Peça para escreverem  na folha de papel 3 sonhos que desejam muito realizar. Para que todos fiquem a vontade diga que ninguém vai ler.
  • Alguns vão sentir dificuldade, procure ajudar nesse momento dizendo que o sonho pode ser alguma coisa material, um alvo a ser alcançado, um curso, etc
  • Quando todos terminarem de escrever, peça para fazer um avião com a folha;
  • Enquanto isso fale  rapidamente da importância da perseverança  para se alcançar os sonhos.
  • nesse momento posicione no centro um cesto e peça para que todos joguem o avião dentro do cesto. Alguns vão acertar e outros não.
  • Depois que todos jogaram no cesto, faça a seguinte pergunta: Por que vocês jogaram  o  sonho no lixo?” Alguns vão responder: “ joguei   porque você mandou.”
Conclusão: Diga que bastou uma ordem e todos jogaram o sonho fora. É assim que o inimigo faz. Ele fica falando no ouvido: “ não vai dar certo, você não vai conseguir, desista, etc”. Pessoas também aparecem para dizer que o seu sonho é uma besteira e que não vai dar certo. Se você der atenção, vai  acabar jogando os  sonhos na lata do lixo. Mas o Senhor diz que você é mais do que vencedor. Se Deus colocou um sonho no seu coração, então acredite, vai dar certo. Não jogue o seu sonho fora, ele é precioso e você   com a ajuda de Deus vai conseguir realizar. Se o seu sonho estiver de acordo com a vontade de Deus, persevere, você vai alcançar.

28 de maio de 2017

QUANTO GOSTO DE MIM MESMO?


"Quanto gosto de mim mesmo" é o título  do capítulo 3 do livro: "Casamento à prova de filhos",  da autora e Psicóloga clinica, Debbie Cherry. Resolvi compartilhar um pouco do que li e me edificou com o intuito de abençoar também a sua vida. O relato a seguir é parte do subtítulo: dar o que você não possui?, e serve como ilustração, reflexão ou dinâmica.

"Deixe-me repetir a minha afirmação: você não pode dar o que não possui. Um casamento é baseado no amor, compromisso e aceitação mútua. De que maneira podemos aprender a amar e aceitar a outra pessoa se não sabemos como amar e aceitar-nos a nós mesmos?... Por que nós cristãos temos tanta dificuldade em amar a nós mesmos? por que lutamos tanto para nós valorizar e nos sentir valorizados pelos outros e mesmo por Deus? Ouvi uma ilustração maravilhosa que esclarece esse ponto. quando num encontro o palestrante começou a falar, levantou uma nota novinha de 20 dólares e perguntou se alguém gostaria de ficar com ela. todas as pessoas no recinto levantaram as mãos. ele sorriu e disse: ' Está bem, mas espere só um minuto. primeiro preciso fazer uma coisa'. O palestrante então dobrou essa nota pela metade. depois de se certificar que a dobra estava bem demarcada, ele a dobrou outra vez. Ele repetiu esse gesto diversas vezes, então abriu a nota de 20 dólares, que já não estava muito lisa depois das dobraduras. Em seguida, ele perguntou quem do auditório ainda queria ficar com os vinte dólares.. As mesmas mãos se ergueram novamente. Ele sinalizou para que esperassem mais um pouco e formou uma bola com o dinheiro. Dessa vez quando tentou dobrá-la, a nota de 20 dólares estava completamente enrugada e desfigurada. Mas, quando perguntou para o auditório se eles ainda queriam o dinheiro, todos estavam mais do que dispostos para ficar com a nota. finalmente, o palestrante deixou  cair o dinheiro e começou a pular em cima da nota. Ele torcia o pé para frente e para trás desgastando a nota no chão. Quando levantou a nota de 20 dólares, já não era nem a sombra da nota que ele havia mostrado no início. Ela agora estava amaçada , rasgada e suja. Mas, mesmo com a nota num estado deplorável, todas as pessoas do auditório ergueram suas mãos indicando que gostariam de ficar com a nota. Por que você acha que isso aconteceu? É óbvio. Todos nós sabemos que o valor daquela  nota de 20 dólares nunca mudará, não importa o que tenha acontecido com ela. 
Que ilustração poderosa a respeito de auto-estima e valor pessoal. Muitas pessoas têm uma visão a respeito de si mesmas semelhantes àquela nota de 20 dólares. Nascemos puros, sem manchas e valiosos, mas, ao longo dos anos, a vida cobra os seus direitos, e, à medida que as coisas acontecem conosco ou sofremos as consequências das nossas escolhas equivocadas, ou começamos a nos sentir como trapos imundos que não têm valor algum. Mas Deus vê nosso verdadeiro valor - os eventos da vida não mudam nosso valor para Ele e não deveriam mudar o valor que damos uns aos outros". (Páginas 42-44)

Casamento à prova de filhos/ Debbie L. Cherry - Curitiba: A. D Santos Editora, 2006.

15 de novembro de 2016

AS QUATRO ESTAÇÕES DO CASAMENTO - OUTONO (RESUMO)




O cair das folhas é uma analogia oportuna com o que acontece na estação do outono no casamento. No inicio do outono, o casamento parece maravilhoso visto de fora. Mas, dentro do casamento, as coisas estão mudando. E quando os ventos frios chegarem, então, a deterioração do casamento poderá ser vista por todos. O outono passa a ser o prelúdio do inverno. Como acontece com as outras estações do casamento, o outono tem um conjunto próprio de emoções, atitudes e ações.
As emoções do outono
As emoções do outono incluem sentimentos de tristeza, apreensão e rejeição, às vezes acompanhados por um sentimento de vazio emocional. O casal na época do outono está ciente de que as coisas não estão bem, embora esteja ou não expressando esses sentimentos um ao outro. Todavia, eles estão incomodados com a situação de seu relacionamento.
Algumas vezes, o outono vem logo no inicio de um casamento.
As emoções comum em um casamento que encontra-se no outono são: medo, tristeza, rejeição e solidão. Essas emoções também podem vir acompanhadas por sentimentos de depressão, falta de estima e ressentimento para com o cônjuge.
As atitudes do outono
A principal atitude da estação do outono no casamento reside em uma grande preocupação com a situação do casamento e na incerteza com relação ao rumo que as coisas estão tomando.
A maioria das pessoas não quer estar na estação do outono no casamento; em virtude disso, elas se preocupam. Elas reconhecem que estão ocorrendo muitas mudanças e, portanto, se sentem pouco à vontade com o que talvez esteja acontecendo em seu relacionamento. 
As ações do outono
Nesta seção, vamos discutir as ações que levam casais à estação do outono no casamento e as ações que os desencaminham. Sem dúvida, a primeira ação que contribui para a estação do outono no casamento é – de forma esmagadora – a negligência, ou não fazer nada.
A suposição implícita parece ser a de que o casamento se encarrega de si mesmo. Marido e esposa têm os próprios interesses à parte e se esquecem de fazer os tipos de coisas que criam um relacionamento conjugal positivo. Por essa razão aos poucos eles se afastam um do outro.
Sem dúvida, a negligência é o que leva os casais à estação do outono no casamento. Quando o marido e a esposa deixam o relacionamento à deriva, os dois sempre se afastam um do outro. Quando eles se distanciam, a vida fica incerta e assustadora.
Talvez venham a bater contra a realidade de que seu casamento está na estação do outono por causa de alguma crise, como um caso extraconjugal, mas na verdade é que eles estavam na estação do outono havia semanas – talvez meses – antes que a crise viesse à tona.
As folhas mudaram de cor e, lentamente, caíam dos galhos, mas eles não reconheceram isso porque não estavam em sintonia um com o outro. A resposta deles à crise vai empurrá-los para o inverno ou vai levá-los novamente para a primavera.
Quando percebem que estão na estação do outono no casamento, os casais têm uma escolha: eles podem fazer coisas positivas que levem novamente à primavera ou verão, ou podem fazer escolhas destrutivas que levem ao inverno e possivelmente ao fim do casamento.
Uma das ações que perpetuam o outono ou levam ao inverno é não procurar resolver os problemas.
Clima do relacionamento
Afastamento, desprendimento - Na estação do outono os casais sentem que algo está acontecendo, mas não sabem ao certo o que é. Há  uma sensação de desunião. Um dos cônjuges ou ambos começam a se sentir abandonados. Os casais percebem a existência de alguns problemas que eles não estão enfrentando com honestidade. Parece que estão separados emocionalmente, e cada um tem a tendência de culpar o outro. Se eles ficarem na estação do outono por determinado tempo, os amigos e familiares talvez estejam reparando nas mudanças. 
Aproveitando ao máximo o outono
No último estágio do outono, as folhas se vão e o vazio do relacionamento fica visível. É esse vazio emocional que causa preocupação, incerteza e medo. A consciência amanhecente da separação, com frequência, motiva um dos cônjuges ou ambos a procura ajuda. Talvez eles concordem em participar de um seminário para casais, procurar a ajuda de um conselheiro ou ler e discutir um livro sobre casamento.
Uma jovem esposa disse certa vez: “Nunca pensei que faria aconselhamento, mas estou tão preocupada com o que está acontecendo em nosso casamento. Sei que precisamos de ajuda e não quero esperar até que seja tarde demais”.
As incertezas do outono podem revelar-se uma tábua de salvação se o casal se voltar para a direção certa.
O outono pode levar diretamente à primavera ou a uma volta ao verão. Todavia, se os casais simplesmente deixarem que “a natureza siga seu curso”, inevitavelmente despertarão no inverno. 
Estratégia para remover o casamento do outono
Desenvolva o impressionante poder de ouvir com empatia
Falar e ouvir – parece tão simples. Se é assim, então por que, ao responderem em uma pesquisa à pergunta: “Por que seu casamento fracassou?”, 80% dos indivíduos divorciados disseram: “Falta de comunicação”?
Teria sido possível salvar e restaurar esses casamentos? Acredito que a resposta seja afirmativa – se os casais tivessem aprendido alguns padrões de comunicação positivos. A chave para melhora a comunicação com o cônjuge está em desenvolver o poder de ouvir com empatia.
Empatia significar entrar no mundo da outra pessoa, procurar se pôr no lugar dela e ver o mundo pela perspectiva dela.
Um marido empático procura entender o que a esposa está experimentando – seus pensamentos, sentimentos e desejos. E o mesmo acontece com uma esposa empática com relação ao marido. Ela procura entender os sonhos, as esperanças, os medos dele.
Ouvir com empatia encoraja outras pessoas a conversarem, porque elas sabem que serão ouvidas.
Dicas para ouvir com empatia
PRIMEIRO: Uma das características da atitude de ouvir com empatia é desenvolver uma atitude genuína de compreensão.
Por natureza somos todos egocêntricos. O mundo gira ao meu redor. A maneira pela qual eu penso e me sinto é a questão mais importante. Damos um grande passo rumo à maturidade sempre que optamos por desenvolver uma atitude de empatia – buscando sinceramente entender os pensamentos e sentimentos de outra pessoa.
Pedro desafia principalmente os homens quando escreve aos maridos: “Vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade” (1 Pe.3.7).
SEGUNDO: Outro importante aspecto da atitude de ouvir com empatia é optar por guardar nosso julgamento sobre as ideias de nosso cônjuge.
Aqui, mais uma vez, talvez precisemos mudar radicalmente nosso modo de pensar. Afinal, guardamos opiniões sobre quase tudo e estamos convencidos de que nossa perspectiva está correta. Do contrário, mudaríamos nossos pontos de vista, não é? Mas quando dizemos: “Minha maneira de ver a situação é como ela é”, estamos deixando de reconhecer que nosso cônjuge pensa a mesma coisa acerca de suas próprias opiniões.
Visto que nós dois somos egocêntricos, muitas vezes temos opiniões divergentes sobre a mesma situação. Isso simplesmente faz parte do ser humano e do estar casado. Os cônjuges com frequência vêem as coisas de modo muito diferente.
TERCEIRO: A terceira característica da atitude de ouvir com empatia é a mais importante e, contudo, também a mais difícil: aceite seu cônjuge mesmo quando você não concorda com as ideias dele.
Como fazer isto? Aceitando seu cônjuge pelo fato de ele compartilhar suas ideias e sentimentos com você. Em outras palavras, você expressa sua gratidão ao cônjuge por ele mostrar-se aberto e sincero com você.
A afirmação é um grande passo que vai além do simples fato de guardar o julgamento. Ao aceitar seu cônjuge verbalmente, você lhe dá a liberdade de ter ideias diferentes das suas e ter sentimentos que você não teria em uma mesma situação.
QUARTA: O auge da atitude de ouvir com empatia é compartilhar as próprias ideias só quando seu cônjuge se sentir compreendido.
Por natureza, somos rápidos em dar nossas ideias. Na verdade, uma pesquisa mostra que a pessoa comum escuta o que a outra diz por dezessete segundos antes de interrompê-la para dar as próprias ideias sobre o assunto.
Na pior das hipóteses, isso consiste em ouvir de modo egocêntrico e raramente resulta em uma conversa produtiva. Entretanto, ouvir com empatia cria um clima positivo no qual é quase certo que seu cônjuge vai querer ouvir o que você tem a dizer.

Quando seu cônjuge se sentir compreendido, em vez de censurado ou reprovado, ele ficará muito mais aberto para ouvir seu ponto de vista. Ouvir com empatia estimula sentimentos positivos. O erro mais comum em grande parte das conversas conjugais é a ação de expressar de forma precipitada as ideias. Tal comportamento quase sempre acaba em discussões inúteis, que deixam o casal mais afastado um do outro e o casamento preso no outono.    

Li e gostei - MEMÓRIAS DE UM PASTOR ( Eugene Peterson)

"A igreja é composta de pessoas que, ao entrarem no templo, deixam para trás o rótulo ou a designação pela qual as pessoas da...