Em VIDA CRISTÃ COTIDIANA, quero dialogar sobre a prática dos ensinamentos de Jesus nos acontecimentos simples e rotineiros do dia a dia. Ótima leitura!

29 de julho de 2014

Perpétua, amor sem reservas




"Uma das melhores narrativas que temos da época do martírio dos cristãos é a que saiu da pena de Perpétua, uma jovem de Cartago ( que ficava onde é hoje a Tunísia, no Norte da África). Ela registrou a história de sua conversão e prisão até a morte, em março de 205 AD. Tinha apenas 25 anos e era mãe de um garotinho. Seu pai lhe pediu, várias vezes que renunciasse ao cristianismo, pelo bem de seu filho e família.
Perpétua registrou seu último encontro com o pai, na ocasião em que estava perante o governador Hilariano.
'Quando interrogados, todos os outros admitiram sua culpa. Então, quando chegou a minha vez, meu pai apareceu com o meu filho, me arrastou pelo degrau e disse: 
                 Negue a sua fé - tenha pena de seu bebê! 
                 Não negarei, repliquei.
                 Você é cristã?, perguntou Hilariano.
                 Eu disse: sim, sou.
Como meu pai continuasse a tentar me fazer mudar de ideia, Hilariano ordenou que ele fosse jogado no chão e que batessem nele com uma vara. Eu senti as varadas como se fossem em mim. Depois o governador declarou nossa sentença: fomos condenados a ser jogados às feras, e voltamos alegres para a prisão. ’

Um espectador continua a história, descrevendo a morte dela. Foi despida e jogada em uma rede. Mas a multidão ficou horrorizada ao vê-la com sua escrava Felícia, nessa condição. Permitiram-lhes que cobrissem seus corpos, depois as colocaram na frente de novilhos, que as chifraram. Perpétua levantou-se e pediu permissão para arrumar os cabelos, já que acreditava que uma mártir não deveria morrer despenteada, como se estivesse triste. As duas foram mortas pela espada dos gladiadores.”

FONTE: Lutz, Larry – Mulheres que se arriscaram por amor a Deus. Brasília: Vinde, 1998.



  

27 de julho de 2014

DEUS ME VÊ




“...Não posso ver o menino morrer. Sentada ali perto começou a chorar...” V 16

Que mãe não choraria,  vagando pelo deserto sem comida, sem água, sem teto, sem nem mesmo ter onde reclinar a cabeça e com um filho chorando com sede e fome? Foi isso que Hagar fez, deixou o filho a certa distância, talvez para que ele não a visse chorar, e lamentou  a sua desgraça.

Hagar, uma escrava egípcia, escorraçada da casa onde servira por tantos anos, encontrava-se sem teto e sem comida, sem destino, até que no meio do desespero, ouve a voz da esperança: “O que a aflige, Hagar? Não tenha medo; Deus ouviu o menino chorar, lá onde você o deixou. Levante o menino e tome-o pela mão, porque dele farei um grande povo". (Gênesis 21:17-18).  Tudo o que ela precisava era de alguém que se importasse com a sua condição e Deus se importou. Ele abriu os olhos de Hagar que enxergou um poço ali perto que veio a se chamar “o poço do Deus vivo que me vê”.  Deus me vê! Você tem consciência disso? De que não está só no universo, mas debaixo dos olhos daquele que está atento: “Pois os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a terra para fortalecer aqueles que lhe dedicam totalmente o coração” 2 Crônicas 16:9.
Hagar sentou-se, chorou e pensou que iria morrer, ela não enxergou luz no final do túnel. Fora despedida por Sara e Abrão, com apenas um pouco de comida e um pouco de água. Quantas vezes nos encontramos assim, sem esperança, mas o Deus de misericórdia veio em seu socorro, e estendeu a mão para mãe e filho e ofereceu a vida. Ele também se mostra presente em nossas vidas em todos os momentos dizendo “não é o fim”, “não temas”,  “ eu estou convosco todos os dias”.
Você consegue ouvir Deus no deserto em que se encontra?  “O que a aflige, Hagar? (coloque o seu nome no lugar do de Hagar) Não tenha medo...” .  Deus enviou um anjo para socorrer Hagar no momento mais desesperador de sua vida, Ele não vai abandonar você - “Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá.” Salmo 37:5 “...Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva".  João 7:37-38
Creia!










22 de julho de 2014

Esposa de pastor: peso ou privilégio?


O texto de Rosélia Nobre quaresma é extenso, mas vale a pena ler, pois ela retrata muito bem o cotidiano vivido por muita esposa de pastor e propõe para a igreja um olhar diferente.
Ótima leitura!

"Como equilibrar as tarefas e estar presente na vida da comunidade, sem se sentir sobrecarregada.
Ser esposa de pastor na contemporaneidade tornou-se um desafio diferente de alguns anos atrás. Certa vez, um casal de amigos, cujo marido era pastor, me contou como ocorreu a negociação para "ele assumir" o pastorado em uma nova igreja. A pergunta-chave foi: "O que a sua esposa sabe fazer?" O pastor-candidato retrucou: "Como assim?" Então, o interlocutor foi mais explícito no questionamento: "Ela sabe tocar piano? Ensinar no departamento infantil? Já foi líder do departamento de senhoras? Gosta de hospedar pessoas? Enfim, ela é um braço direito no seu ministério?"
Se essas perguntas fossem feitas no mundo corporativo e no mercado de trabalho em geral, surgiria logo a questão principal: 'Quem está sendo contratado, o pastor ou sua esposa?' Mas, no mundo eclesiástico, percebemos facilmente que esse questionário é uma realidade ainda em nossos dias. Talvez, nos tempos atuais, a pergunta não fique restrita somente a tocar piano, ensinar e dirigir, mas também a pregar e trabalhar para ajudar nas despesas da família – afinal, é bom ter o trabalho de dois e pagar somente a um.
Diante dessa realidade, algumas esposas de pastores têm-se sentido sufocadas com tantas cobranças feitas a elas no meio eclesiástico. A sensação é de estar exposta em uma vitrine 24 horas por dia, como se não fossem mulheres normais, com tensão pré-menstrual, conflitos, medos, perdas etc. Por outro lado, nenhuma igreja gosta de ter uma "pastora" que não participa em nada da igreja: a esposa do pastor deve ser alguém que sempre está pronta a servir a comunidade e dar bons exemplos. E aí começa o grande dilema – equilibrar as tarefas de modo a se fazer presente na vida da comunidade, sem se sentir sobrecarregada.
O fato é que nossas igrejas tem colocado expectativas irreais em relação as esposas dos pastores, cobrando-as sem valorizá-las. Por exemplo: são poucas as igrejas que fazem homenagem e dão presentes às esposas de seus pastores no dia do aniversário delas, porém, ao mesmo tempo exigem que sempre estejam bem vestidas, bonitas, cheirosas e de bom humor. Algumas igrejas até dão presentes, mas para casa e não para uso pessoal, valorizando assim o lar e não a pessoa em si. Por outro lado, vemos esposas frustradas por trabalharem tanto e não serem reconhecidas, e ainda escutando frases como "é obrigação dela fazer isso e aquilo."
"JOGO DE DESILUSÕES"
Como igreja, precisamos reformular o conceito de esposa de pastor, nos posicionando, antes de qualquer coisa, como serva de Deus – tenha ou não um chamado ministerial. O que não convém é continuar com esse "jogo de desilusões" de ambas as partes, pois isso não agrada ao Senhor. Se você, querida leitora, é esposa de pastor e não se sente "pastora", deixe isso bem claro para a sua comunidade. Mas também esclareça de que maneira você servirá ao Reino, pois o grupo no qual você está inserida se alegra em dizer o que você faz – afinal, somos missionários ou um campo missionário.
Você pode ser uma bênção para sua igreja em sua profissão, como médica, psicóloga, enfermeira, fisioterapeuta, dentista, dona de casa ou qualquer outra atividade. O que importa é alcançar a honra do Senhor e depois dos irmãos na comunidade que Deus escolheu para você e seu esposo. Nada mais valioso para um pastor e sua comunidade do que ver sua família servindo ao Senhor, isso não tem preço, requer tempo e disponibilidade do casal a quem Deus tem confiado isso. Em 1 Timóteo 5.8, Paulo ensina que se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente. Nunca entendi por que tanta cobrança em cima da esposa do pastor, se a Bíblia é clara sobre a responsabilidade pastoral em relação à sua família.
Para algumas esposas de pastores que conheço, essa função é uma honra e alguns a consideram uma felizarda por ser casada com um ministro celestial e receber o título de primeira-dama. Porém, para outras, tem sido um peso quase insuportável, chegando algumas a adoecerem, sofrendo de males como depressão, gastrite e câncer. O motivo dessas enfermidades, com frequência, é que as mulheres nem sempre se preparam para casar, muito menos para se casarem com pastores. Estão despreparadas para enfrentar a dinâmica eclesiástica com suas cobranças sem muitos esclarecimentos. Jim Rohn diz: Ninguém planeja fracassar. As pessoas fracassam por não planejar. Mas, como planejar as expectativas dos outros sobre você? Como elenca Glória Lindsey Trotman, em seu livro Surpresas de uma vida incomum, em geral a esposa de pastor tem dentro dela algumas perguntas que não querem calar, como: Quem estabeleceu tantas regras? Quais são essas regras? Quando entram em vigor? Onde as regras estão escritas? Como conhecê-las? Por que ninguém contou isso antes?
São perguntas como essas que adoecem a primeira-dama, levando-a algumas vezes a ter vontade de 'sumir' por carregar tanto peso, pois as "respostas" nem sempre são satisfatórias. As crises chegam, e é nesta hora que ela necessita de firmeza para enfrentar algumas ciladas comuns na vida de uma esposa de pastor. Aqui, elenco algumas dessas armadilhas:

1ª) PERDA DO NOME: A esposa do pastor precisa ter firmeza de quem ela realmente é, pois seu nome de nascimento é substituído pela nova função que recebeu: esposa de pastor. O que ela não deve perder é a sua identidade de mulher. Muitas vezes é apresentada sem ter seu nome próprio citado, mas como esposa do pastor fulano de tal. Nestas ocasiões, é importante que seu cônjuge, sem agressão, faça uma nova apresentação citando o nome próprio dela. Afinal, antes desta função, ela já era uma pessoa criada à imagem e semelhança de Deus, e amada por Ele: à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou (Gn 1.27). Deus abençoou os dois, macho e fêmea.
Da mesma maneira que o homem, a esposa de pastor também é citada em Mateus 10.30, quando Jesus diz que até os cabelos da cabeça de vocês estão todos contados. Podemos ver e sentir neste texto da Palavra de Deus, o quanto Ele olha para a singularidade de suas filhas também. E, para completar a construção da autoestima da esposa de pastor, ela nunca pode esquecer que o sacrifício na cruz do Calvário também foi por ela. Outro fato interessante é observar que algumas vezes o pastor também perde seu nome de registro, porém, é trocado por um título bem espiritual: pastor, enquanto a esposa tem seu nome trocado por uma função.

2ª) EXPECTATIVAS IREAIS: Viver em função das expectativas dos outros não fácil. Todo ser humano gera expectativas irreais em relação ao próximo, o que pode levar a sérios desgastes físicos e emocionais de ambas as partes. O esposo que tem suas expectativas físicas, emocionais e espirituais em relação a sua amada, os filhos esperam muita ajuda e compreensão da mãe, a igreja espera ações e reações da esposa do pastor que, tantas vezes, ela nem sonha quais são.
Nestas horas, a esposa de pastor deve ter sabedoria para identificar o que vem de Deus e o que vem de caprichos humanos, para não se deixar levar de um lado para outro e esquecer que ela também tem expectativas reais em relação a si mesma e aos que com ela convivem diariamente. É fundamental, ao detectar que a expectativa não é divina, e sim humana, dizer não para todos e sim para ela mesma.
Lembro-me de um episódio que aconteceu com nosso filho mais velho quando era criança. Após a Escola Bíblica Dominical (EBD), as crianças corriam num espaço anexo do templo, enquanto nós, adultos, conversávamos em reuniões infindáveis. A professora dele disse, em claro e bom som: "Você é filho de pastor, não pode ficar correndo aqui, tem de dar bom exemplo para as outras crianças". Naquela hora, o sangue me subiu todo para a cabeça, me levantei, respirei fundo, pedi sabedoria ao Senhor e fui até a professora que, sorrindo, me confirmou o que dissera e que eu já havia escutado. Chamei-a em um canto e expliquei que meu filho era uma criança normal, tinha saúde e energia e gostava de correr como as demais crianças. Pedi a ela que comentários como aqueles não fossem mais feitos. Ela ainda insistiu por um tempinho, mas depois concordou e começou a elogiar o meu filho, dizendo que ele era um excelente aluno na EBD. São em situações dessa natureza que necessitamos de sabedoria e palavras mansas para desviar o furor de algumas pessoas com expectativas irreais concernentes à família pastoral.
3ª) ESTRESSE FINANCEIRO: A grande maioria das esposas de pastores deveriam fazer cursos de como administrar pouco dinheiro e manter a casa sempre suprida de tudo. Afinal, em alguns casos, as visitas na casa pastoral são constantes e inesperadas. Ela também deve fazer milagres para vestir bem toda a família e a ela mesma. A igreja pode se fazer presente também neste cuidado em vestir a família pastoral.
Recordo-me as muitas vezes que minha família foi e é abençoada com presentes, que nem mesmo pedimos ao Senhor, mas Ele, na sua infinita bondade, providencia para nós. Alguém já comentou que a família pastoral é como um aquário. Constantemente há pessoas observando se está tudo bem e bonito. Como todo cristão que honra o nome do Senhor com suas primícias, a família pastoral também deve fazê-lo e de bom grado: Honra ao SENHOR com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares. (Pv 3.9-10). É importante o controle das finanças no lar pastoral, para que não venha a envergonhar o nome do Senhor. Porque, algumas vezes, podemos cair na cilada financeira de 'comprarmos o que não precisamos, com o dinheiro que não temos, para provar ser o que não somos à pessoas que não gostamos'. O texto de Provérbios 15.16 diz que melhor é o pouco, havendo o temor do Senhor, do que grande tesouro onde há inquietação. Portanto, esta é uma área em que também a esposa do pastor pode ajudar a manter um equilíbrio eficaz.
4ª) SOBRECARGA DE COMPROMISSOS: É necessário ter muita cautela nesta área para não dar o passo maior que a perna. Algumas esposas de pastores, na ânsia de agradar a igreja, aceitam cargos e assumem compromissos demasiados, que podem levá-la à estafa ou a não ter tempo suficiente para se cuidar, cuidar dos filhos do esposo e da casa. Deus não nos pede mais do que possamos realizar: Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças (Ec 9.10). Se deixarmos que a igreja determine nossa carga horária de trabalho, podemos ser injustas conosco e com nossa família. Por isso, é importante saber dividir o tempo que o Senhor nos presenteia diariamente, mensalmente e anualmente.
Algo que não deve faltar na vida de uma esposa de pastor é uma agenda bem dividida para os seus compromissos pessoais (hora devocional, arrumar cabelos, fazer unhas, caminhar, fazer terapia), familiares (tempo com o esposo para orar, namorar, conversar, sair com os filhos, ensinar tarefas) e eclesiásticos (preparar palestras, reuniões, ensaios, visitações). Cada uma deve fazer sua agenda conforme as necessidades assumidas livre e espontaneamente, para que assim não se sinta esgotada física e emocionalmente.
Essas e outras são ciladas enfrentadas constantemente pelas esposas de pastores. Devemos reconhecer quando essas armadilhas estão nos cercando, e assim, tomarmos posições sábias para que não se instalem em nossas vidas. É muito importante nestes momentos o reconhecimento e a ajuda do esposo-pastor para que ela não se sinta sozinha e marginalizada na hora das lutas. Com certeza, a ajuda dele fortalecerá as forças de sua amada, como também revigorará o casamento, o qual, para caminhar bem, precisa que a singularidade dos cônjuges seja estimulada.
Ser esposa de pastor, sempre foi um grande desafio, em especial pelas expectativas geradas pelas igrejas, mas, ao mesmo tempo, é uma honra caminhar, chorar, sorrir, dormir e acordar ao lado de alguém que foi separado por Deus para ser Seu ministro aqui na terra. Alguém que um dia achou uma mulher que o escolheu e ele a escolheu para estarem juntos, até que a morte os separe. A casa e os bens vêm como herança dos pais, mas do SENHOR, a esposa prudente. (Pv 18.22). Quem caminha sozinho pode até chegar, mas quem caminha acompanhado chega melhor e mais rápido.
Portanto, é honroso ser esposa de pastor; porém, é impossível exercer esta função sem ter um compromisso sério com Deus, que a fortalece todos os dias e a conforta nas horas de tribulações. É um privilégio acompanhado de responsabilidade para com o Reino e o mundo, pois todo bônus tem seu ônus. Louvado seja Deus que viu em nós, esposas de pastores, capacidade também de cuidar de um rebanho, seja ele pequeno ou grande, mas aquele que o Senhor confiou juntamente com seu marido."

Rosélia Nobre Quaresma é psicóloga clínica, psicodramatista, assessora familiar, educadora teológica, missionária da Sepal no Nordeste, esposa do Pr. Marcos Robson Quaresma de Araújo e mãe de Thales, Tharsis e Thaiane
FONTE: http://cristianismohoje.com.br/artigos/familia

15 de julho de 2014

Mesmo não florescendo a figueira eu me alegrarei no Senhor!

Bom dia!

"Mesmo não florescendo a figueira, e não havendo uvas nas videiras, mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral, nem bois nos estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação" (Habacuque 3:17 a18).
Acredito que alcançou a maturidade espiritual, aquele que consegue em meio a escassez glorificar ao Senhor. Aquele que passando por um deserto espiritual consegue oferecer a Deus sacrifício de louvor. Aquele que como o apóstolo Paulo é capaz de afirmar com sinceridade diante da cara feia do dia mau: " Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso naquele que me fortalece" ( Filipenses 4:12-13).
Porém, essa maturidade só se alcança com uma vida de intimidade com o Senhor, com o coração quebrantado diante daquele que promete estar conosco todos do dias. Receio que temos hoje multidões seguindo a Cristo, mas de longe. Querem apenas o Senhor da bênção. Esses no dia da adversidade, como crianças assustadas, correm da luta e se põem a murmurar. Mas aqueles que depositam a confiança no Senhor e fazem dele refúgio e fortaleza conseguem em meio a lágrimas adorar, glorificar e exaltar o Rei dos reis, pois sabem que em todas as coisas são mais do que vencedores  em Cristo Jesus e que " ...os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma GLÓRIA ETERNA que pesa mais do que todos eles. Assim fixemos os olhos não naquilo que se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno" (2Coríntios 4:17-18).
Que Você encontre vitória nos braços do Pai. Corra para Ele e não dEle.
Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade.
Tudo posso naquele que me fortalece.

Filipenses 4:12-13
Mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras; mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos,
ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação.

Habacuque 3:17-18 e
Mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras; mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos,
ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação

Habacuque 3:17-18
Mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras; mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos,
ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação

Habacuque 3:17-18
 Feliz aniversário esposo amado!

Hoje, 15\07 meu esposo, o pastor Célio Júnior, completa 42 anos de vida, destes,vinte servindo ao Senhor no pastorado. Muitas vidas foram alcançadas, outras muitas restauradas, transformadas. Para mim ele continua sendo um exemplo do que significa ser discípulo de Jesus. Tem pastoreado com dedicação, simplicidade, humildade, ética e acima de tudo cuidado para com aqueles que o Senhor confiou em suas mãos.
O meu desejo é que Deus conceda muitos anos de vidas e que todos eles sejam servindo ao Senhor com alegria.
                                                                     Parabéns. e vida longa na presença do Senhor.