26 de setembro de 2012

Lar,o Melhor Lugar do Mundo



          Sempre depois de algum tempo fora de casa, hospedada na casa de amigos, parentes ou em um  hotel, tenho uma saudade enorme da minha casa. Assim que chego sinto bem estar, mesmo que a minha casa seja simples, sem luxo, mas é a minha casa, o meu canto e igual à casa da gente não tem melhor. Será?
          A nossa casa  deve ser o melhor lugar do mundo, independente se é rica ou pobre, grande ou pequena, deve ser o local para onde a gente quer se refugiar depois de um dia cansativo,  na volta de uma viagem, na alegria ou na tristeza.
         Já encontrei pessoas que não suportavam voltar para casa. Crianças que não tinham prazer algum na companhia da mãe, que lamentavam quando a aula acabava, pois teriam que voltar para aquela que iria bater, falar mal, gritar, ou seja, para uma casa sem alegria, sem aconchego.
          Há lares assim, totalmente sem harmonia. Ambientes pesados, onde os conflitos se proliferam a todo o momento, onde as pessoas não conseguem se tocar, pois parecem dar choque. Há esposas e mães que não querem voltar para casa depois de um dia de trabalho, não querem encarar o desprezo do marido, nem a ignorância dos filhos. Maridos que ficam perambulando e procrastinando a hora de chegar a casa, pois não serão bem recebidos, não há sossego, tranquilidade nem calor humano  depois de um dia árduo.
          A família  deveria  sempre ser a reunião de pessoas que se amam,  que se cuidam, que zelam pelo bem estar uma das outras, que prezam pelo respeito e acima de tudo pelo  exercício do perdão. Mas em muitos lares quando a porta se fecha começa uma guerra de desrespeito, intolerância, ofensas, violência física,  ingratidão, individualidade, os nervos parecem estar a flor da pele, qualquer coisa é motivo de descontrole emocional.
Algumas coisas simples poderia melhorar e muito o ambiente do lar como:
*   Reconhecer sempre o erro e pedir perdão;
*  Buscar a palavra branda para desviar o furor;
*  Prestar atenção mais nas qualidades do outro do que nos defeitos;
*  Exercer o hábito de agradecer;
*  Não dar um de super-herói ou de santo, deixe que o outro veja que também é falho, que erra e precisa de compreensão;
*  Não negar carinho;
*  Procurar deixar a casa em harmonia com cheirinho de limpeza e de comida gostosa. Às vezes um café quentinho para quem chega cansado e com frio é um manjar dos deuses.
*   Fazer devocional em família. Ler a bíblia e orar juntos uns pelos outros, pelo menos uma vez por semana. Isso unirá a família e os fará mais íntimos daquele que criou o lar e sabe o que é melhor para as nossas vidas.
          Acho triste um lar em que as pessoas apenas se toleram, onde não há diálogo, nem carinho. Uma casa assim, em que as pessoas não se importam umas com as outras, que não se sensibilizam com o sofrimento do outro, que não se incomodam com o silêncio permanente, eu não queria morar. O pior é que esse lar existe, até mesmo entre os que professam Jesus. Tem alguma coisa errada com a teologia pregada hoje em dia, que não mostra que seguir a Cristo implica em obedecer, em renunciar,  em querer mudar e buscar mudar para melhor. Que não ensina que o Espírito santo nos ajuda, pois é ele quem nos convence do pecado e nos dá forças para perseverar.
          Na casa do servo de Deus também têm conflitos, porém, deve ter mais ainda o respeito, o diálogo, e a busca da solução em Deus e na sua Palavra.        
         Um abraço. Que a sua casa seja uma casa abençoada.

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